Subvenção não-reembolsável da FINEP pela Linha 1.1 — Plataformas Nacionais para Operação e Escala de IA. O Modelo #1 da pesquisa, verticalizado no que já sabemos fazer: saúde e setor público.
Análise por ordem de chegada — os recursos podem acabar antes do prazo. Cada semana de atraso é risco real.
02 / A TESE
O Modelo #1 venceu a pesquisa (pontuação FINEP estimada 16–19 de 21). Nossa vantagem: não propomos plataforma genérica — propomos a central que já orquestra agentes em produção.
Plataforma soberana para desenvolver, orquestrar, monitorar e governar frotas de agentes de IA — com suporte nativo a português brasileiro, LGPD e integração a modelos nacionais. Cobre as 4 finalidades da Linha 1.1 em uma proposta única.
O mercado global de MLOps/LLMOps sai de US$ 3–4 bi (2025) para US$ 52–89 bi (2034) — CAGR de 32–45%. E 85% dos modelos de ML nunca chegam à produção: a dor é real e mensurável.
Prova de tração → o Health OS já roda 104 agentes em 8 núcleos sob um Supervisor IA, 24/7 — recepção, exames, financeiro e faturamento TISS. A FINEP financia a escala nacional do que já existe.
Desenvolvimento de apps LLM, workflows agênticos, RAG e observabilidade.
Tracing, avaliação e governança de LLMs — o critério "monitoramento e confiabilidade" do edital.
Gateway unificado para 100+ modelos: custos, guardrails, fallback automático.
Engine RAG production-ready com agentes — curadoria e governança de dados.
ICTs recomendadas: LNCC (Santos Dumont) · Unicamp (Maritaca/Coaraci) · USP/CIAAM (Jairu, 96× B200) · CPQD · UFRGS
03 / POR QUE ESTE MODELO
Cobre as 4 finalidades da Linha 1.1, capital inicial baixo, TRL de partida 4–5 e mercado explosivo. Risco de execução baixo e MVP em 6–9 meses.
04 / A MATEMÁTICA DA APROVAÇÃO
O gargalo não é a tecnologia — é a qualidade da proposta. Projetos bons morrem por falha documental evitável.
■ 12–16 corte histórico de aprovação
■ 16–19 pontuação estimada do nosso modelo
Dica contraintuitiva: incerteza tecnológica pontua a favor — projeto já pronto demais perde nota. Mestres e doutores na equipe (via ICT) somam pontos.
05 / HABILITAÇÃO
Etapa binária: qualquer "não" inabilita a proposta antes mesmo do mérito. Marque o status real da empresa proponente:
Pegadinha da capacidade financeira: resultado operacional negativo → endividamento ≤ 30% do ativo · contrapartida ≤ 50% do ativo (ou ≤ 20% do resultado, se positivo)
06 / O DINHEIRO
Executou conforme o contrato, o dinheiro é seu. Mas a contrapartida é real, depositada em conta exclusiva antes de cada parcela — e calculada pela empresa de maior porte do arranjo.
Desenvolvimento de produto, prototipagem e lotes-piloto
Testes, certificação e patenteamento
Consultoria da ICT e pessoal (com limites)
Bolsas, pró-labore e PLR
Pagamento a agente público da ativa
Tropicalização — adaptar solução estrangeira não é inovação para o edital
07 / RISCOS E PEGADINHAS
Proposta melhor pode ficar sem recurso se chegar depois de medianas que consumiram o orçamento.
Item 8.3: classificação não gera direito. Depende de orçamento e da Diretoria FINEP.
Aprovou? Corre: toda a documentação e condicionantes nesse prazo, ou cancela.
Vídeo ininterrupto das instalações — se não condiz com a proposta, elimina mesmo depois de aprovada.
Coexecutora errou, você responde junto pela prestação de contas.
Limite por empresa (1 por grupo de concorrência). Nova proposta durante análise = inabilitada.
08 / PLANO DE 30 DIAS
Advogado + contador varrem os 11 critérios: CNPJ, atividade operacional, objeto social, grupo econômico.
LNCC, Unicamp ou USP/CIAAM — a parceria é obrigatória, precisa ser real e remunerada via consultoria.
Arquitetura de integração da central (Dify + Langfuse + LiteLLM + RAGFlow), diferencial inovador, CTO e pesquisadores da ICT.
Balanço, DRE, análise de capacidade para a contrapartida; cadastro em cadastro.finep.gov.br.
Até 10 minutos: inovação, equipe, infraestrutura e parceiros — sem senha, sem restrição de acesso.
financiamento.finep.gov.br — e quanto antes, melhor: a fila anda por ordem de chegada.